Coisa louca, o hospital!

É, ao mesmo tempo, o lugar em que, na maioria dos casos, a vida começa... e termina. Que sina.
Hospitais tem tanta dor e tanta esperança, coexistindo intermitentes. Tem tanta gente de várias profissões, com tantos jeitos e processos que apesar de serem quase sempre iguais, são sempre diferentes.
Lugar em que às vezes, algo simples como uma mola ou um parafuso, custa um milhão. E às vezes, com apenas uma mão, se faz voltar a bater um coração. Todo dia tem "obrigado doutor", e uma enfermeira  se dedicando com amor.
Rola sempre atraso, uma cirurgia e uma emergência com estresse. E, no ambulatório, alguém pedindo que o doutor se apresse. E, apesar de toda dedicação, sempre vai ter alguém reclamando na recepção. E sempre será assim, pois é um lugar de pura emoção. Que o diga a enfermeira sempre sorridente, apesar de dizer, meio sem jeito, para aquele seu querido paciente, que não, ainda não tem leito!
Todo dia tem "Cadê o doutor?" e, "se ele não aparecer, vou no diretor!". E para atenuar todo sofrimento, sempre chega a nurse com um medicamento, reclamando que sumiu algum equipamento, e que a falta de dinheiro é um tormento.
A gente reclama. Mas, trabalhar em um hospital é uma grande experiência humana, só entende quem ama.

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